Director: Cónego Dr. Manuel Joaquim Geada Pinto

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Site-Segunda-Feira,26 de Agosto de 2013

A porta estreita

Jesus convida-nos a “entrar pela porta estreita”. Por que não há-de ela ser larga e acolhedora, à medida do amor de Deus pelos homens? Quando “muitos procurarem entrar”, não o poderão fazer: o dono da casa ter-lhes-á fechado a porta.


Esta imagem é dura de encarar. Se batermos à porta, o dono responderá que não sabe donde somos. Contudo, nós comemos e bebemos na presença dele, ele ensinou nas nossas praças... Mas ele repetirá: “Não sei donde sois”.
Esta dureza é difícil de engolir... a não ser que seja o nosso orgulho que tenhamos de reengolir. O humilde reconhecimento de que não observámos o seu mandamento de amar constantemente não nos acusa? Quando Jesus responde que não sabe donde somos, acrescenta: “Afastai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade”! É na medida em que fazemos o mal  que Ele não nos conhece. Não estamos n’Ele, Ele não está em nós: nada é partilhado nem conhecido do amor com que Ele nos ama. Quem pode, então, ser reconhecido e acolhido para “tomar lugar no festim do “reino de Deus”? Os que amam como amou o Mestre-servo! Vêm dos quatro cantos do mundo, sem terem necessariamente conhecido Jesus porque não teriam comido na sua presença. O seu ponto comum é serem os últimos. Se eles parecem longe da casa do Pai onde nós desejamos entrar, na realidade são os primeiros no seu amor. O sinal que os reúne de todas as nações em direcção à porta estreita mostra a Cruz: “Sim, há últimos que serão os primeiros e primeiros que serão  últimos”.

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