Director: Cónego Dr. Manuel Joaquim Geada Pinto

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Site-Quinta-Feira,10 de Abril de 2014

Domingo de Ramos

Na procissão do Domingo de Ramos associamo-nos à multidão dos discípulos que, em festa jubilosa, acompanham o Senhor na Sua entrada em Jerusalém. Como eles louvamos o Senhor, em coro, por todos os prodígios que vimos. Sim, também nós vimos e ainda vemos o


como Ele leva homens e mulheres a renunciar aos confortos da própria vida e a colocar-se totalmente ao serviço dos que sofrem; como Ele dá coragem a homens e mulheres de se oporem à violência e à mentira, para dar lugar no mundo à verdade; como Ele, no segredo, induz homens e mulheres a fazer o bem ao próximo, a suscitar a reconciliação onde havia o ódio, a criar a paz onde reinava a inimizade.
A procissão é antes de tudo um testemunho jubiloso que prestamos a Jesus Cristo, no qual se tornou visível para nós o Rosto de Deus e graças ao qual o coração de Deus está aberto a todos nós.”
O servo de Javé, em Isaías, é identificado com Cristo que, como David, entra na Cidade Santa com o esplendor de um rei. Ele é manso e pacífico como o servo. A cena da entrada de Jesus em Jerusalém é significativa no relato da Paixão. Ele vem e é acolhido pelo povo que canta “Hosana”.
É reconhecido como o Filho de David em sua realeza. Mas, na mente de Jesus, seu trono é a cruz; a sua coroa é de espinhos; o seu manto é o sangue; a sua glória é ser elevado da terra, crucificado. Ele oferece-se ao Pai para que o mundo se abra ao seu amor. Mostra até onde vai esse amor.
O sofrimento do Cristo vai além das dores. Ele sofre o peso de todos os pecados do universo. Nele fervem dois sentimentos: acolhimento do Pai que perdoa e a recusa da humanidade. Quando abrem o seu lado com a lança, está aberto o caminho para que todo o homem possa beber nas fontes da salvação.
Este Domingo de Ramos resume em si todo o mistério pascal de glória e cruz, que vai desenrolar-se no Tríduo sacro. Não são dois acontecimentos que se opõem, mas um facto único que mostra que a glória de Cristo é sua vida doada ao Pai, na obediência.

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