Director: Cónego Dr. Manuel Joaquim Geada Pinto

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Site-Quinta-Feira,10 de Abril de 2014

ARRISCAR O ENCONTRO COM A MULTIDÃO

Jerusalém! A multidão agita-se e aclama. Jesus é o motivo da agitação. É mesmo a sua razão de ser, o centro de interesse. Não há nada mais estranho do que uma multidão.

 Um nada a faz mexer, bramir ou calar-se. Ela pode aclamar, julgar, condenar ou ficar numa indiferença espantosa. “Hossana! Bendito o que vem em nome do Senhor”!
Jesus entra em Jerusalém sentado num jerico. Cumpre-se a Escritura. Jesus é esperado, reconhecido como Messias. A multidão que, hoje, o aclama, às portas de Jerusalém reclamará, amanhã, a sua crucifixão e a libertação de Barrabás, antes de levar Jesus para fora da cidade, em direcção ao Gólgota.
Tradição, devoção ou superstição? Por ocasião da festa dos Ramos, multidões numerosas se agitam nos átrios das nossas igrejas e até no coração das nossas liturgias. Que procuram? Que compreenderam? Homens e mulheres das nossas cidades e das nossas aldeias, aí estão, em grande número, nesta manhã. Como oferecer a estas multidões dos nossos adros mais do que uns ramos de oliveira ou de palmeira que se arrancam à pressa? Não será até um convita para sairmos das nossas igrejas, para abrirmos o diálogo, arriscar o encontro? Como facultar-lhes que se cruzem com o olhar do homem-Deus que, para eles, para nós e para a humanidade inteira começa a lenta subida ao Gólgota?
Entrai, instalai-vos. Escutai! Estamos a ler a história de Jesus de Nazaré. Deus amou tanto o seu povo que lhe entregou o seu Filho, o seu bem-amado. Vinde, escutai o que Ele fez por nós!

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