Director: Cónego Dr. Manuel Joaquim Geada Pinto

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Site-Sexta-Feira,01 de Agosto de 2014

A refeição, um momento de partilha

Têm muita importância as riquezas culinárias para a identidade dum país. Para além da necessidade fisiológica que é necessário satisfazer para viver, a refeição é, antes de mais, uma prática essencial no plano familiar e social.

 É claro que o acto de manducação e ingestão é, em sentido estrito, uma acção solitária e íntima. Mas é muitas vezes uma refeição partilhada que alimenta a pertença e faz crescer em nós o reconhecimento duma comunhão na diferença.
A Igreja sabe que a Eucaristia é o acto essencial da sua reconstituição como esposa de Cristo. E, nos Evangelhos, as narrativas das refeições presididas por Jesus não são simples reportagens desses momentos que Ele viveu no meio dos seus discípulos. Porque é pela celebração da “refeição do Senhor” que vivemos verdadeiramente este evangelho da multiplicação dos pães. Como essa multidão, nós somos “saciados” e sobra muito com que alimentar os que não estão!
Na nossa sociedade marcada pelo peso da economia, a chamada de atenção de Isaías para a gratuitidade da refeição eucarística soa como uma provocação! Porque a superabundância dá-nos a saborear  uma graça que nunca se compra e nos leva, sobretudo, à partilha do Pão da vida. Nunca seremos dignos de o receber, mas o convite ultrapassa as nossas insuficiências.
Nunca mediremos o alcance da comunhão do Corpo de Cristo, mas ela nos leva a sair de nós mesmos- A alegria eucarística dá-se e conduz-nos aos outros.

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