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Site-Sexta-Feira,30 de Julho de 2010

A IGREJA MODERNA, SUAS VICISSITUDES

Numa altura em que as pessoas, atormentadas com as ondas, que lhes vão chegando via televisão e imprensa, em luta nos mares deste mundo, contra a Igreja Católica, visando, sem dúvida, os autores dessa saraivada de ataques, não só atingir a sua figura suprema “o Papa”, sucessor de Pedro, mas também fazer moça em todo o povo Cristão. Sua qualidade, embasada em hipotéticas teorias sobranceiras, contra a verdade eterna da doutrina de Cristo.


Por: José Augusto Vaz
Numa altura em que as pessoas, atormentadas com as ondas, que lhes vão chegando via televisão e imprensa, em luta nos mares deste mundo, contra a Igreja Católica, visando, sem dúvida, os autores dessa saraivada de ataques, não só atingir a sua figura suprema “o Papa”, sucessor de Pedro, mas também fazer moça em todo o povo Cristão. Sua qualidade, embasada em hipotéticas teorias sobranceiras, contra a verdade eterna da doutrina de Cristo.
Fizeram eco as televisões, acrescentou alguma imprensa com grandes parangonas nos jornais com escândalos sexuais cometidos por alguns sacerdotes. É o adensar da cortina de fumo que tendem propagar à volta do caso, certamente com elevadíssima dose de exagero, querendo fazer passar uma Igreja manchada, fragilizada.
Lançar suspeitas é fácil. Passar das suspeitas à acusação é um passo muito curto que tantas vezes se dá, inconscientemente ou conscientemente. Porque a verdade não tem cor ideológica. Não é conservadora ou progressista.
Todavia, o Povo Cristão encara esta situação como «fait divers» de pouca importância, e a Igreja não se apouca e, com verdade e muita coragem, como Cícero, pode responder – Vi outros ventos e enfrentei sem temor outras tempestades. Porque a História da Igreja diz-nos que após uma decaída, mais ou menos ruidosa, ela sempre ressurgiu mais moderna e mais corajosa alicerçada numa nova e verdadeira esperança.
A Igreja está sempre para além de quem a serve e a esperança para além da provação. Logo não está, nem nunca esteve, num beco sem saída. Mas, continuará a âncora da defesa da vida e dos desvalidos – Crianças, deficientes, idosos – não será uma causa popular mas é muito meritória e justa!
Todos sabemos: a Igreja não se pode assumir como força política, mas os leigos que dela fazem parte devem mostrar que são cristãos e lutar pelos valores em que acreditam. Assim, tem de viver de portas abertas para o mundo. É deste modo, que terá de ser visto o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quem ficará fragilizada não é a Igreja, mas a própria instituição familiar, fundada no casamento entre um homem e uma mulher. O casamento, visto na sua essência, não deve ser equiparado a outro tipo de conveniência.
No entanto, a novos desafios é preciso responder com novas soluções, adaptando-nos às novas realidades sem perder a identidade.
Este é o grande desafio que, hoje, se coloca a todo o Cristão, porque se os fiéis são em menor número têm de ser melhores em qualidade. Caminhar em frente entre sorrisos e sem preconceitos. É isso que interessa a esta Igreja que caminha no terceiro milénio. Considerando estas provações como fruto dos tempos modernos, que podem e devem servir para dar um passo maior.
Na história, há momentos de glória e vergonha. Não se pode é ficar parado na etapa, mas pensar sempre que há uma meta a atingir. Porque do nosso correr depende o de muita gente.
Resumindo e concluindo, as peripécias ocasionais acontecem em todas as instituições. Porém, as crises também purificarão os motivos.
Clarificar a verdade sem empolamento ou diminuição, será a atitude saudável e exemplar. Só, assim, e percorrendo o caminho da fé, da coragem e, com alegria serena é possível impedir que se confunda a árvore perdida no baldio com a imensa floresta dedicada à causa da Igreja. Há, por isso, que aceitar com realismo sério a verdade dos factos e não embalar um pessimismo desmotivador, tendo presente: “Nenhuma força adversa poderá jamais destruir a Igreja de Cristo".

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